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BAHIA: SESAB REGISTRA 127 ACIDENTES OCUPACIONAIS COM OITO CASOS POTENCIAIS DE CONTAMINAÇÃO

03/03/2016 22:16

Sesab registra 127 acidentes ocupacionais com oito casos potenciais de contaminação

Foto: Reprodução / Uol

 

O número de acidentes de trabalho envolvendo profissionais da saúde que ficaram expostos à contaminação por sangue chegou a 127 na Bahia, entre janeiro e fevereiro deste ano. De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), oito casos possuem indicação de quimioprofilaxia – ingestão de coquetel antiviral logo nas duas horas depois do acidente –, 56 não possuem indicação e outros 63 casos estão inconclusivos. Apesar da indicação, Letícia Nobre, diretora da Vigilância da Saúde do Trabalhador, da Sesab, destaca que isso não quer dizer que os profissionais foram contaminados pelo vírus do HIV ou da hepatite. Novos exames deverão ser feitos nos próximos três e seis meses para resultados mais conclusivos. Em 2015, 31 profissionais baianos foram infectados com o vírus do HIV e da hepatite após acidentes ocupacionais (leia mais aqui).

“É uma parte pequena desses casos com exposição a material biológico que, de fato, tem exposição ao vírus do HIV e da hepatite, porque não necessariamente o paciente fonte do procedimento é infectado. Então essa informação [de contaminação] às vezes a gente não tem na hora que ocorre o acidente. O fato de ter o acidente com perfurocortante ou exposição a fluidos ou sangue no procedimento hospitalar não quer dizer necessariamente que esse profissional de saúde foi infectado”, reforçou.

Segundo Letícia, não somente profissionais envolvidos diretamente com procedimentos médicos podem ser contaminados, mas também profissionais da manutenção do hospital e da coleta de lixo. Nestes casos, há a exposição por fonte desconhecida, cujo procedimento imediato deve ser a avaliação médico-clínica, com indicação da gravidade e potencial daquele acidente, além da recomendação ou não da quimioprofilaxia. “Se foi perfuração profunda, agulha muito ou menos grossa, corte com liberação de sangue. Às vezes os acidentes mais superficiais não têm indicação de quimioprofilaxia. E o percentual que a gente tem de soroconversão, esse profissional não necessariamente vai haver a conversão da sorologia para ele ser contaminado”, acrescentou.

No caso de a fonte ser conhecida, por exemplo, um paciente, a avaliação médico-clínica também é feita. O sangue do paciente é coletado e uma amostra é enviada ao laboratório, para então se saber se a pessoa é portadora de alguma doença. Em seguida, são tomados os procedimentos necessários – a quimioprofilaxia é um deles.

 

Fonte: BN Saúde

 

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