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NOTÍCIAS

RESERVATÓRIO DE SOBRADINHO ESTÁ COM 25,92% DE SUA CAPACIDADE TOTAL DE ARMAZENAMENTO

17/02/2016 00:18

   lago de sobradinho                                                                                                             

A barragem de Sobradinho, o maior reservatório de água do Brasil, que chegou a 1% de sua capacidade em dezembro de 2015 e tendo uma recuperação muito satisfatória. Ela registrou nesta terça-feira (16/02), 25,92% de sua capacidade, segundo dados da ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

Clique aqui e veja a situação mais recente dos Principais Reservatórios do Brasil.

 

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FUTEBOL: PALMEIRAS ESTREIA NA LIBERTADORES COM EMPATE CONTRA O RIVER PLATE NO URUGUAI

16/02/2016 23:56

Palmeiras estreia na Libertadores com empate contra o River Plate no Uruguai Dante Fernandez/AFP

Foto: Dante Fernandez / AFP

 

O Palmeiras começou com um empate a sua participação na Copa Libertadores, nesta terça-feira (16). Os brasileiros ficaram no 2 a 2 com o River Plate, do Uruguai, e somaram o primeiro ponto no grupo 2 – as outras duas equipes da chave, Rosário Central, da Argentina, e Nacional, do Uruguai, se enfrentarão na próxima semana.

Em função do show dos Rolling Stones no Estádio Centenário, a partida não ocorreu em Montevidéu, cidade do River Plate – o estádio Domingo Burgeño Miguel, em Maldonado, acabou sendo o palco do jogo. A mudança foi boa para os brasileiros, que encararam um rival que teve pouco apoio das arquibancadas.

O ambiente tranquilo ajudou Jean a marcar, aos 34min do primeiro tempo. Os donos da casa empataram aos 5min da etapa final, com Michael Santos. Sete minutos depois, Gabriel Jesus colocou o Verdão na frente novamente, mas Montelongo fez o 2 a 2 aos 18min.

 

Fonte: ZHESPORTES

 

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BELÉM DO SÃO FRANCISCO-PE RECEBE CARAVANA DO ESPORTE E CARAVANA DAS ARTES DE 22 A 25 DESTE MÊS

16/02/2016 23:12

Foto: Célia Santos

 

O município de Belém do São Francisco, localizado a 480 km da capital pernambucana, se prepara para receber a primeira etapa de 2016 da Caravana do Esporte e Caravana das Artes, que são projetos do Instituto Esporte e Educação (IEE) e Instituto Mpumalanga, em parceria com ESPN, Unicef e DISNEY, e que conta com o apoio da prefeitura municipal. 

A abertura está marcada para o dia 22 de fevereiro. A ação com alunos e professores da rede pública, que abrange atividades esportivas e artísticas, como música, dança e oficinas de confecção de adereços, acontece nos dias 23, 24 e 25 deste mês.

Entre os artistas confirmados no evento podemos destacar a presença da cantora Fernanda Takai, da banda Pato Fu, e da jogadora de vôlei Fofão, medalhista olímpica pela seleção brasileira.

"O que eu mais percebo quando o esporte é ensinado de uma forma descontraída é como as crianças se envolvem nas brincadeiras, o quanto os olhos delas se enchem de alegria quando estão participando, isso é muito bacana. Sem nem perceber elas estão trabalhando o respeito, a integração e a responsabilidade", conta Fofão.

Em dez anos de atuação, as Caravanas já atenderam 2,6 milhões de crianças e adolescentes e capacitaram mais de 30 mil professores da rede pública de ensino em municípios de 22 Estados brasileiros.

Confira o passo a passo das atividades através do site: www.caravanaesporteartes.com.br

 

Fonte: Fabiano Caribé/Assessoria da Prefeitura de Belém do São Francisco/PE (Assis Ramalho)

 

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PESQUISADORA ANUNCIA DESCOBERTA DE VÍRUS QUE AFETA SISTEMA NERVOSO CENTRAL

16/02/2016 23:02

Um vírus encontrado em Manaus acende um alerta para a falta de saneamento básico no Amazonas e em outras regiões do país. O Gemycirculavirus foi descoberto em uma pesquisa feita em amostras de exames de crianças de até 10 anos acometidas por diarreia, que foram atendidas nos hospitais da capital amazonense.

Além de diarreia, o vírus pode causar paralisia temporária das pernas e afetar o sistema nervoso central. Segundo a pesquisadora da Fiocruz Amazônia, Patrícia Puccinelli Orlandi, é a primeira vez que o vírus é encontrado no Brasil. Segundo Patrícia, 500 amostras de exames foram enviadas para o pesquisador Tung Phan, da Universidade da Califórnia, com o qual a instituição mantém colaboração. "Ele fez o teste para o vírus. E aí acabamos descobrindo um novo vírus, que é o Gemycircularvirus que estava acometendo 1% das fezes diarreicas dessas crianças. De 500 amostras, identificamos [o vírus] em cinco.”

A pesquisadora ressaltou que, apesar de ter sido descoberto em Manaus, o vírus pode estar presente em outras regiões do país. Fora do Brasil, o vírus foi identificado em países pobres como Sri Lanka, Índia e Camboja.

O Gemycircularvirus é transmitido pelo consumo de água contaminada com fezes portadoras do vírus. Por isso, afirma Patrícia, a falta de saneamento básico em várias regiões brasileiras é preocupante. “Eu acho que é um problema de todo o Brasil, mas é acentuado demais nas regiões Norte e Nordeste. Na Região Norte, temos de 7% a 10% de saneamento básico somente. Este é o agravante principal das doenças de transmissão hídrica, porque – está comprovado em estudos – se houver saneamento básico, os casos de diarreia são reduzidos em 80%.”

A pesquisadora informou que pretende criar uma metodologia capaz de identificar o Gemycircularvirus e outros vírus e disponibilizá-la para os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Fonte: Agência Brasil (Assis Ramalho)

 

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CURAÇÁ-BA: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE DISCUTE ATÉ AMANHÃ REINTRODUÇÃO DA ARARINHA-AZUL NO MUNICÍPIO

16/02/2016 22:52

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O Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio da Secretaria de Biodiversidade e Florestas e do Departamento de Conservação da Biodiversidade Espécies (DCB), realizou nesta terça-feira (16) em Curaçá, no norte da Bahia, a primeira oficina de apresentação de políticas públicas para a reintrodução da ararinha-azul no município. A programação se estenderá até esta quarta (17) no Centro de Educação Superior (Parfor), na Avenida dos Marujos, com previsão para iniciar às 8h.

A Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é uma ave endêmica do sertão nordestino, extinta em 2000 em Curaçá, onde foi mapeado seu habitat natural pelo Ministério do Meio Ambiente, por volta dos anos de 1980. Estudos a respeito dessa ave foram iniciados em 1819, quando o zoólogo Johann Baptiste Von Spix e o botânico Karl Friedrich Philipp von Martius a descobriram numa expedição científica pelo Brasil, ao passarem pela caatinga.

O MMA e diversas entidades nacionais e internacionais vêm planejando uma série de ações estratégicas visando à reintrodução da espécie na natureza, especificamente em Curaçá. Participam dos encontros representantes dos governos federal, estadual, municipal e a comunidade local. 

 

Fonte: Carlos Britto - Foto: Save Brasil/divulgação 

 

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IMPRESSIONANTE: TEMPORAL ALAGA AVENIDAS, PARALISA LINHAS DA CPTM E FECHA AEROPORTO EM SP

16/02/2016 22:39

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As fortes chuvas que atingiram a cidade de São Paulo na tarde desta segunda-feira (15) alagaram avenidas, derrubaram árvores, paralisaram ao menos uma linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e fecharam o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Às 15h, todas as regiões da cidade foram colocadas em estado de atenção, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura (CGE). Em Capela do Socorro e no Ipiranga, a chuva provocou o transbordamento de córregos.

Às 16h10, o CGE registrava ao menos cinco pontos de alagamento ativos: um na zona leste, dois na zona sul e dois na região sudeste da cidade. As vias mais afetadas foram a Avenida Professor Abrahão de Moraes, a Alameda Jurupis e a Avenida Rubem Berta, respectivamente, nos bairros do Ipiranga, Moema e Aeroporto.

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Avenida Rubem Berta foi uma das vias mais afetadas pela forte chuva da tarde desta segunda-feira
Imagens do radar meteorológico do Centro de Gerenciamento de Emergências mostram que as zonas leste, sul e sudeste também foram bastante atingidas, principalmente os bairros de Vila Andrade, Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim São Luiz, Jardim Ângela, na região sul; e Vila Matilde, Aricanduva, Cidade Líder e Parque do Carmo na zona leste.

Metrô

As linhas do metrô operam normalmente com exceção da linha 5-Lilás, que circula com velocidade reduzida entre as estações Capão Redondo e Largo Treze.

CPTM

Na CPTM, as linhas 7-Rubi, 8-Diamante e 11-Coral operavam normalmente às 15h57. A linha 9-Esmeralda operava com velocidade reduzida entre as estações Cidade Jardim e Socorro. A circulação dos trens na linha 10-Turquesa foi paralisada por conta de um alagamento na região de Mauá. A CPTM disponibilizou ônibus gratuitos que fazem o percurso saindo das estações Prefeito Celso Daniel – Santo André e Guapituba. A linha 12-Safira operava com velocidade reduzida entre as estações Brás e Calmon Viana.

Aeroportos

As fortes chuvas afetaram a operação dos aeroportos da cidade. O aeroporto de Congonhas suspendeu suas operações às 15h55 em razão da chuva. O Aeroporto de Guarulhos opera por instrumentos desde as 16h, mas sem restrições.

 

Fonte: Agência Brasil/Fotos: Renato S. Cerqueira/Futura Press (Portaldenotícias.net)

 

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LUAN SANTANA É A PRIMEIRA ATRAÇÃO CONFIRMADA DA VAQUEJADA EM SERRINHA-BA

16/02/2016 20:53

O Carnaval já acabou e os preparativos para a 20º edição da Vaquejada de Serrinha está a todo vapor. O evento que acontece de 1º a 4 de setembro, no Parque Maria do Carmo, já confirmou a primeira atração: Luan Santana.

Quem quiser adquirir o passaporte no escuro para curtir as festas Bezerro Manhoso, Vaca Atolada e Boi Malandro, basta acessar o site. O passaporte está  com preços promocionais, pode ser parcelado em até 7X sem juros em todos os cartões de crédito ou boleto bancário.

 

VALORES

Passaporte para os três dias do evento:

PASSAPORTE PISTA INTEIRA - R$ 320
PASSAPORTE PISTA MEIA - R$ 160
PASSAPORTE CAMAROTE VIP - R$ 330
PASSAPORTE CAMAROTE VOU SIM - R$ 720

 

Fonte: IBahia

 

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SEM TERRA USAM A CRIATIVIDADE PARA DESENVOLVER EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS NO CEARÁ

16/02/2016 12:52

Sem Terra usam a criatividade para desenvolver experiências educacionais no Ceará

De luta em luta, com criatividade e persistência, os Sem Terra do estado do Ceará desenvolvem diversas experiências sobre a educação do campo no estado.

Da horta didática dos Sem Terrinha ao método cubano de alfabetização de jovens e adultos “Sim, eu posso!”. Da banda de lata do sertão cearense às escolas de Ensino Médio. De luta em luta, com criatividade e persistência, os Sem Terra do estado do Ceará desenvolvem diversas experiências sobre a educação do campo no estado.

Em reportagem anterior, foi mostrado como os Sem Terra erradicaram o analfabetismo de jovens e adultos do campo e da cidade por meio do método cubana “Sim, Eu Posso!”. A deficiência com a educação no campo no estado, no entanto, não se dava apenas em torno dessa faixa etária.

Em paralelo, surgia também a necessidade de reivindicar a educação média nas áreas da Reforma Agrária. Foi quando, em 2007, milhares de trabalhadores rurais realizaram uma Marcha pelo estado para reivindicar do governo estadual a construção de escolas de Ensino Médio no campo.

“Até então não existia escola de ensino médio. No máximo, o que se tinha era um anexo das escolas da cidade”, recorda Sandra Maria Alves, diretora da escola João Santos Oliveira, no Assentamento 25 de Maio, no município de Madalena.

Das 11 estruturas que a gestão estadual comprometeu-se na época, cinco já estão em funcionamento - sendo quatro em assentamentos do MST -, três estão finalizando as obras e quatro ainda estão em processo de licitação.

A escola João Santos Oliveira é uma dessas conquistas. “Uma estrutura como essa num assentamento não estaria aqui se não fosse fruto da luta”, afirma Sandra. Atualmente, a escola conta com cerca de 170 educandos de assentamentos da região entre o 1º ao 3º ano, além de uma turma de Jovens e Adultos.

A partir dessas conquistas, iniciou-se o processo da construção do projeto político pedagógico realizado pela militância do setor de educação do MST junto aos assentados.

“Nós tínhamos consciência de que a base pedagógica comum não daria conta da formação diferenciada dos homens e mulheres que queremos formar na Escola do Campo”, explica Sandra.

Dessa forma, foram criados componentes diferenciados relacionados à realidade social, política e organizacional da vida no campo.

Um exemplo é a disciplina de Organização do Trabalho e Técnicas Produtivas, uma aula com um agrônomo para acumular experiências no convívio com o Semiárido. Na própria escola existe o chamado Campo Experimental de Agricultura Camponesa e Reforma Agrária, uma área de 10 hectares com viveiro e hortas, onde os educandos aprendem e compartilham experiências agroecológicas.

“De modo geral, todas as disciplinas devem contribuir de algum modo no Campo Experimental, sempre relacionando com o conteúdo que eles estão trabalhando dentro da sala de sala de aula”, diz a diretora.

Nossa formação é muito voltada para o convívio com o meio ambiente. A partir dos projetos e atividades que fazemos nas disciplinas, temos maior aproximação com a natureza e entendemos melhor como nos relacionar com ela”, explica Sônia dos Santos Paiva, de 15 anos e estudante do 1º ano.

A Matriz Curricular ainda conta com as disciplinas de Projeto e Pesquisa, com o objetivo de familiarizar os educandos com a prática da pesquisa acadêmica ainda no Ensino Médio, e a disciplina de Práticas Sociais Comunitária, que contribui na dinâmica organizativa da escola.

“Aqui a gente aprende muita coisa diferente, além de participar de tudo que envolve a escola”, afirma Daiane dos Santos, de 14 anos e também do 1º ano A. Como explica Daiane, a comunidade é envolvida nas decisões da Escola, ao ajudar no fortalecimento da organicidade do espaço escolar e na própria organização do assentamento.

Matemática, geografia e agroecologia

Na mesma perspectiva pedagógica da escola João Santos de Oliveira, em trabalhar temáticas a partir da realidade vivida cotidianamente pelos alunos, desde 2010, diversas escolas do ensino infantil e fundamental também constroem uma experiência educativa a partir do cultivo de hortas escolares.

O projeto “Crianças Construindo a Soberania Alimentar”, em parceria com a organização italiana Intervita, traz a proposta do aprendizado a partir do manejo de hortas. A prática contribui no processo educativo de diversas disciplinas e ainda garante uma alimentação nutritiva e saudável aos educandos.

“Aprendi que agrotóxico é, na verdade, veneno. E que tem gente que usa esse veneno nas frutas, mas faz mal à saúde e não pode usar”, conta entusiasmada a Sem Terrinha Maria Jaciara, de 8 anos e aluna da 4ª série na Escola de Ensino Infantil e Fundamental Raimundo Facó, no assentamento Antônio Conselheiro, no município de Aracoiaba.

A horta didática levou para a escola muito mais que o aprendizado agroecológico. Todas as disciplinas tiveram que dar sua contribuição para manter a horta bonita, viva e cheia de lições.

A organização da horta entrou com o cultivo em formas geométricas, com as crianças fazendo contas para saber o local exato de plantar. A geografia construiu uma mandala em formato de rosa dos ventos para ensinar os pontos cardeais.

“A proposta de construir a horta nas escolas veio da própria dinâmica das famílias do assentamento, já que as crianças já tinham a horta como referência. Utilizamos isso no processo de aprendizado para envolver cada vez mais os educandos nas disciplinas, trazendo-as mais próximas à realidade de todos”, comenta Tereza Bráz Lopes, presidente da associação do assentamento.

Nem a brava seca dos últimos dois anos foi o suficiente para que o projeto fosse abandonado. Ao contrário, foi mais um ensinamento em que as crianças adaptaram os cultivos com as culturas que resistem à falta d’água. Toda produção é voltada à merenda escolar, que também cultiva sua própria farmácia viva e seu banco de sementes.

A existência da horta na escola acabou por mudar o hábito alimentar das crianças. A rejeição com os legumes, por exemplo, deixou de existir. “No início havia uma resistência muito grande para comer. Começamos passando os legumes no liquidificador até conquistar o paladar de cada um. Ninguém queria tomar o suco verde, e a partir das oficinas de educação alimentar e agroecologia, todo mundo aprovou o que vinha da horta”, conta Islan Queiroz.

Ao som das Latas

Ir ao Assentamento Recreio, no município de Quixeramobim, Sertão Central do estado do Ceará e não ouvir uma batida de lata é quase impossível. Por lá, a música já faz parte da rotina dos assentados, que junto à produção, à organização e à luta, regem o dia a dia de quem vive por ali.

Tudo começou na escola do assentamento, Criança Feliz. Um dos educadores da escola, Adriano Leonel, cursava Pedagogia da Terra pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), na Universidade Federal do Ceará (UFC), e uma de suas disciplinas de atividades culturais criou uma banda de lata com os educandos da turma.

“Como era professor do assentamento, trouxe a experiência para desenvolver com as crianças aqui da escola. No segundo semestre de 2005 lançamos a proposta de desenvolver o projeto da banda de lata com as crianças aos sábados, envolvendo a música e arte dentro do currículo escolar”, conta.

Aos montes, latas e baldes começaram a deixar suas casas para se integrarem nas produções musicais. “Quadras Populares” foi uma das músicas desse processo, a partir de uma pesquisa sobre os ditados populares usados no assentamento. “Começávamos a discutir a escrita dos ditados e até questões mais gerais que envolviam os ditos populares, como no caso do preconceito que alguns ditos carregam”.

A partir de elementos das músicas populares e da vida no assentamento, a turma começou a construir suas próprias letras. “Já tínhamos os instrumentos e as letras, o próximo passo foi dar ritmo para o que havíamos criado”, lembra Adriano.

Todo o trabalho de construção das músicas foi feito com a participação dos próprios educandos, com a utilização de técnicas que Adriano trazia de seu curso de Pedagogia.

Com a rotina de ensaio na escola, a comunidade começou a ficar de orelha em pé e pressionavam pela primeira apresentação da turma. A oportunidade surgiu no dia das crianças, em 2005, numa festa no assentamento.

A história da banda estava apenas começando. Por ironia do destino, o palhaço que estava fazendo a animação da festa trabalhava numa das rádios da cidade e falou da banda em seu programa. Uma das pessoas que ouvia a rádio naquele momento era uma funcionária da Secretaria de Educação do município, que fez o convite às crianças para que se apresentassem num festival que estavam promovendo.

Essa apresentação foi a porta para a banda crescer e se espalhar por diversos municípios do estado, levando a arte e a cultura Sem Terra sob o som das Latas. “A nossa banda é um grande exemplo dos frutos da educação no campo. Nossos jovens têm pouca perspectiva de vida no campo frente ao agronegócio, e muitos acabam migrando para a cidade. A banda foi e é um grande incentivo para a permanência no assentamento”, destaca Adriano.

Muitas das crianças que iniciaram os primeiros passos da banda, hoje já adolescentes e jovens, continuam batendo lata e dando continuidade à história. Além do processo de aprendizagem musical, os integrantes também utilizam seus espaços de reunião como momentos de debates sobre os mais variados temas, contribuindo no processo de formação das crianças e adolescentes.

Da sexualidade a grandes nomes da música, tudo é pauta para o bate papo dos jovens. A banda, que já tem um CD gravado, conta com diversas gerações do assentamento. Adryany Maciel, de 12 anos, entrou na banda no início de 2014.

“Eu era muito envergonhada, mas com os ensaios acabei me acostumando. Hoje somos referência não só no assentamento, mas em toda a cidade de Quixeramobim”.

Já Kamila Leonel, de 17 anos, integra a banda desde o começo e topou a iniciativa logo de primeira. “Foi por ela que eu aprendi muita coisa de arte, de cultura, e é por tudo que já aprendi que continuo”, disse Kamila, que atualmente faz graduação em letras.

Desde 2009 a associação do assentamento conseguiu trazer um ponto de cultura. Com isso, as oficinas e o tele centro ajudam no desenvolvimento e na formação dos moradores.

“A Banda de Lata cumpre um papel importante no desenvolvimento cultural, artístico e político dos que ousaram bater na lata e levar o ritmo da Reforma Agrária pelos quatro cantos”, acredita Adriano.

Texto: Gustavo Marinho - MST

Disponível em : www.mst.org.br/  -  Informações colhidas no IRPAA

 

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MUDANÇAS CLIMÁTICAS À VISTA NAS MARGENS DO RIO SÃO FRANCISCO

16/02/2016 12:44

Mudanças climáticas à vista nas margens do Rio São Francisco

Na Bahia, quase a metade das cidades da caatinga, no entorno do Rio São Francisco, têm alto risco de sofrer danos provocados pelas mudanças climáticas nos próximos 25 anos. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que mapeou a vulnerabilidade às alterações do clima em 84 municípios, que fazem parte da bacia hidrográfica do Velho Chico e estão localizados na região do bioma caatinga. Coordenada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) e Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz-Minas), a pesquisa utiliza uma metodologia desenvolvida na Fiocruz que já foi aplicada para mapear a vulnerabilidade nas cidades do Rio de Janeiro. O trabalho foi financiado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, por meio de edital, e contou com o apoio da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz.

A gravidade das alterações climáticas previstas para a região foi um dos fatores que levaram os pesquisadores a realizar o estudo. “Esta será uma das áreas mais afetadas pelas mudanças do clima. Além disso, o bioma da caatinga é muito peculiar e característico do nosso país. É importante preservá-lo”, afirma a pesquisadora do IOC Martha Barata, coordenadora-geral do projeto. Especialista em mudanças do clima e cidades, Martha é coordenadora do núcleo da Rede de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Urbanas (UCCRN, na sigla em inglês) para a América Latina, anunciado no ano passado.
 

Mais calor e menos chuva

Com base em dados do Instituto Nacional de Estudos Espaciais (Inpe), os pesquisadores identificaram as possíveis alterações de temperatura e de volume de chuvas para cada um dos 84 municípios nos próximos 25 anos considerando dois cenários de futuro: um cenário com redução nas emissões de gases do efeito estufa e menor aquecimento global, e outro que considera a progressão contínua dessas emissões e maior impacto no clima. Para 2040, a previsão é a de que a média de temperatura na região suba no mínimo 0,98°C e no máximo 1,75°C. Ao mesmo tempo, o volume de chuvas anual deve cair entre 101 mm e 172 mm no conjunto dos municípios. Além da tendência geral de clima mais quente e seco, os índices apontam para a possibilidade de mudanças extremas. A cidade de Buritirama pode ficar 2,13°C mais quente. Já em Urandi, a queda na precipitação pode ser de 438 mm.

Calcular o impacto das alterações de chuvas e temperatura em cada cidade é apenas uma das etapas para determinar a vulnerabilidade da população às mudanças climáticas. Segundo Martha, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (chamado de IPCC, na sigla em inglês) define a vulnerabilidade como “a propensão a sofrer danos”. Esta é influenciada pelo nível de exposição, pela sensibilidade e pela capacidade de adaptação da população ao fator de perigo. “No estudo, consideramos que o nível de exposição é apontado pelas características ambientais, a sensibilidade pode ser percebida pela ocorrência de certas doenças, a capacidade de reação é indicada pelo perfil socioeconômico do município, e o fator de perigo é a possível mudança do clima”, enumera a pesquisadora.

Fatores de vulnerabilidade

Dessa forma, seguindo a metodologia desenvolvida na Fiocruz, o Índice de Vulnerabilidade Municipal é calculado a partir de quatro fatores. A situação da saúde é avaliada pela ocorrência de doenças de notificação obrigatória na área de estudo que podem sofrer impactos do clima, incluindo os registros de dengue, leishmanioses, esquistossomose e acidentes com animais peçonhentos, além das mortes causadas por diarreia em crianças menores de 5 anos. Os aspectos ambientais são analisados considerando a preservação da biodiversidade, a disponibilidade de recursos hídricos, a situação do solo e a frequência de eventos hidrometeorológicos extremos, como secas e enchentes, com e sem vítimas fatais. Já as características socioeconômicas são apontadas por indicadores oficiais, além de informações sobre as condições de saneamento local, incluindo rede de esgoto e coleta de lixo. Por fim, as previsões climáticas são inseridas na fórmula, dando origem ao Índice de Vulnerabilidade Municipal, que varia de zero a um de acordo com a padronização realizada pelos pesquisadores e aponta o risco de danos para a população devidos às mudanças do clima. “O objetivo é que este indicador seja um alerta para os gestores. Eles podem observar os fatores mais relevantes para a vulnerabilidade em cada cidade e direcionar investimentos que previnam ou minimizem os problemas”, explica a pesquisadora da ENSP Diana Marinho, coordenadora-executiva do trabalho.

Entre os 84 municípios analisados na Bahia, 34 foram classificados nas faixas de maior vulnerabilidade mesmo no melhor cenário climático. Já considerando as piores previsões para o clima, o número de cidades com vulnerabilidade alta ou muito alta chegou a 40. A maioria das cidades nesta situação está concentrada entre o oeste e o sul da região estudada, em uma área que vai de Campo Alegre de Lourdes até Mortugaba. Nesse trecho, os cientistas preveem os maiores impactos do aquecimento global, tornando o clima extremamente quente e seco. Entre as cidades mais vulneráveis estão os municípios de Urandi e Rio do Pires, que revelam como os diferentes fatores contribuem para o problema: de um lado, as falhas na saúde e a degradação ambiental deixam a população exposta; de outro, as fortes mudanças do clima representam uma grande ameaça. O resultado é uma população com altíssima propensão a sofrer danos no futuro caso medidas de adaptação, que reduzam a vulnerabilidade da população, não sejam adotadas.

Contribuição para enfrentar os riscos

Além de oferecer um panorama geral sobre a situação futura dos municípios, o estudo traz detalhes de cada indicador, o que pode ajudar as autoridades a orientar suas ações. Na saúde, seis cidades apresentaram valores muito altos de vulnerabilidade: Uibaí, que registra a maior taxa de esquistossomose; Barra do Mendes, que possui altos índices de esquistossomose e leishmaniose visceral; Mulungu do Morro, que contabiliza casos de todas as doenças pesquisadas; Guanambi, que tem a maior taxa de leishmaniose visceral; Irecê, que registra altos índices de dengue e esquistossomose; e Urandi, que tem o maior número de acidentes com animais peçonhentos. Para o perfil socioeconômico, as cidades com maior vulnerabilidade são Pedro Alexandre, Pilão Arcado e Bonito, enquanto os municípios em menor vulnerabilidade são Paulo Afonso, Irecê, Guanambi, Jaguarari e Juazeiro. Já em relação às condições ambientais, os municípios de Abaré e Gentio do Ouro apresentaram problemas em todos os critérios analisados e são considerados em situação crítica de vulnerabilidade.

Os pesquisadores ressaltam que combater os fatores de vulnerabilidade é uma forma de preparar as cidades para enfrentar as mudanças climáticas no futuro. “Problemas de saúde e de condições socioeconômicas que já existem devem ser agravados pelas mudanças do clima. As cidades precisam de investimentos para dar à população condições de lidar com eventos extremos, como a seca, que deve se intensificar na região”, avalia Diana. Além disso, embora os efeitos das mudanças climáticas devam ser mais graves na parte oeste e sul da área estudada, os autores destacam que condições de vulnerabilidade foram identificadas de forma disseminada. “O município menos vulnerável da região é Paulo Afonso, que constitui um polo econômico por causa da hidrelétrica. No entanto, ao lado desse município está Jeremoabo, que tem alta vulnerabilidade, considerando as condições socioeconômicas, ambientais e de saúde. Esse é um ponto relevante uma vez que o poder público tem a possibilidade de trabalhar para que as áreas mais desenvolvidas influenciem as cidades do entorno”, relata Martha.

Maíra Menezes – IOC/Fiocruz, Informe ENSP, disponível em Racismo Ambiental - Informações colhidas do IRPAA

 

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CONSERVAÇÃO AMBIENTAL É TEMA DE ENCONTRO ENTRE COLETIVO DE JOVENS DE EUCLIDES DA CUNHA-BA E MORADORES DA QUEIMADA DO RASO

16/02/2016 12:33

palestra (1)

A preocupação com a conservação do meio ambiente, em especial com as questões relacionadas ao aquecimento global e a poluição têm sido pauta na agenda mundial, mas os resultados práticos ainda são modestos diante da tragédia ambiental que acontece diariamente.

Foi essa situação urgente e alarmante que fez com que o Coletivo de Jovens de Euclides da Cunha (Cojec) colocasse na agenda de ações os cuidados com o meio ambiente como uma das prioridades a serem trabalhadas em 2016.

Na tarde deste domingo (14 fevereiro), o grupo retornou ao povoado da Queimada do Raso para dialogar com os moradores através da Associação Comunitária dos Pequenos Produtores Rurais da localidade. A visita foi um segundo momento da ação ambiental que foi realizada pelo Cojec em dezembro na Cachoeirinha existente na comunidade.

palestra (6)

Durante o bate-papo, o Coletivo falou sobre conservação ambiental, abordando com os moradores temas como a importância da preservação de rios e matas ciliares, aquecimento global, mudança climática, efeitos negativos do desmatamento e patrimônio natural.

Seu Francisco, conhecido por todos como Quinho, é morador da comunidade e assistiu atento todas as informações passadas pelos jovens. Ele disse que a intervenção que foi realizada na cachoeira ficou muito bonita, com a limpeza do local, implantação de lixeiras recicladas e instalação de placas com mensagens educativas. “Eu vi lá, mas não sabia quem tinha feito. Muito obrigado, a palestra de vocês foi muito boa, eu nem conversava nada na hora pra não perder o que vocês estavam falando, e pode contar com a gente para o que vocês precisarem”, disse, agradecido.

Iranice, presidente da associação, falou sobre a importância das duas ações realizadas na Queimada do Raso e, assim como muitos dos associados presentes, agradeceu a escolha da comunidade. A proposta do Coletivo de Jovens de Euclides da Cunha é ampliar a discussão para outros povoados da cidade. O grupo foi representado pelos jovens Eduardo do Sindicato, Eusébio Andrade, Layane Moura, Renata Massênio, Josevaldo Campos e Melissa Bonfim.

MARCA FINAL CJEC

 

Fonte: Gabriel / Portaldenotícias.net

 

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